Dicas de Flores
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Rosa-de-pedra
Nome Popular: Echevéria, rosa-de-pedra, bola-de-neve-mexicana
Família: Crassulaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Nome Científico: Echeveria SP
Um das mais suculentas mais populares, as echevérias ou rosas-de-pedra são nomes utilizados para um grande grupo de espécies do gênero Echeveria. Elas têm folhas de coloração verde, rosada ou acinzentada, espessas em forma de roseta. Produzem florezinhas róseas de feito ornamental secundário. Excelentes para jardins de pedras, compondo com outras suculentas, bromélias e cactáceas, as echevérias também ficam lindas em vasos e bordaduras.
Devem ser cultivadas sempre a pleno sol, em solo composto de terra de jardim, terra vegetal e areia, bem drenável, com regas periódicas. Tolerantes ao frio subtropical. Multiplicam-se por estaquia das folhas suculentas e por separação das mudas laterais.
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Rosa-louca
Nome Popular: Rosa-louca, aurora, papoula-de-duas-cores, amor-de-homem, rosa-branca, rosa-paulista, rosa-de-jericó, malva-rosa, rosa-de-são-francisco, papoila, amor-dos-homens, mimo-de-vênus
Família: Malvaceae
Nome Científico: Hibiscus mutabilis
Sinonímia: Hibiscus sinensis, Ketmia mutabilis, Abelmoschus mutabilis
Nome Popular: Rosa-louca, aurora, papoula-de-duas-cores, amor-de-homem, rosa-branca, rosa-paulista, rosa-de-jericó, malva-rosa, rosa-de-são-francisco, papoila, amor-dos-homens, mimo-de-vênus
Divisão: Angiospermae
Origem: China
Ciclo de Vida: Perene
A rosa-louca é uma planta arbustiva, de textura semi-lenhosa e muito florífera. Seu caule é ereto e ramificado; e suas folhas são grandes, ásperas, pubescentes na página inferior, profundamente lobadas e com bordos serrilhados. As floração surge no outono. As flore são hermafroditas, podendo ser simples ou dobradas, enormes - atingindo até 13 cm de diâmetro em algumas variedades. Elas desabrocham pela manhã com a coloração branca, mas com o passar do dia tornam-se róseas, passando por um rosa pink intenso, que acaba violáceo nos dias subseqüentes. Desta forma, na mesma planta pode-se observar flores brancas, róseas e róseas-arroxeadas. A floração ocorre no outono.
Este belo arbusto passa despercebido e discreto a maior parte do ano, para se tornar muito atraente no outono, quando a maioria das plantas já estão terminando seu ciclo reprodutivo e entrando em dormência. A rosa-louca pode ser conduzida ainda como arvoreta em calçadas e quintais, com poucos caules, atingindo assim cerca de 4 metros. Também pode receber podas de formação que a deixem mais compacta. No jardim pode ser utilizada isolada ou em grupos, na formação de renques, conjuntos e até mesmo em vasos grandes.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em qualquer tipo de solo, preferencialmente enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Tolerante à geadas leves e ao frio. Apesar de perene, torna-se decídua ou semi-decídua em países com estações bem marcadas (clima temperado e subtropical). É uma planta muito rústica e exige pouquíssima manutenção. Multiplica-se por sementes, estaquia ou alporquia dos ramos semi-lenhosos.
02/08/10 : 19:16

Rosa
Nome Popular: Rosa, roseira, rosa-arbustiva, roseira-grandiflora
Família: Rosaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: China e Japão
Ciclo de Vida: Perene
Nome Científico: Rosa x grandiflora
A rosa é a principal flor de corte comercial no mundo. Musa inspiradora de todas as artes, desde a pintura até a poesia, a rosa possui muitos significados em nossa cultura. Arbustiva e muito exigente em fertilidade e manejo a roseira aprecia o clima ameno. Além de flor de corte pode ser cultivada em vasos, isolada ou em grupos no jardim, formando charmosos maciços.
Suas flores originalmente são simples, mas com o melhoramento genético obtivemos milhares de variedades dobradas e de diversas cores e combinações. As hastes são longas e verdes, e apresentam acúleos (espinhos) e folhas pinadas, dividas em lóbulos de margens serrilhadas.
Deve ser cultivada sempre a pleno sol em solo corrigido e adubado com esterco curtido, farinha de ossos e cinzas. As regas devem ser regulares e as podas muito cuidadosas e corretas para estimular a floração. Multiplica-se por enxertia.
02/08/10 : 19:14

Resedá
Nome Popular: Resedá, árvore-de-júpiter, flor-de-merenda, suspiros, extremosa
Nome Científico: Lagerstroemia indica
Sinonímia: Lagerstroemia chinensis
Família: Lythraceae
Divisão: Angiospermae
Origem: China, Coréia e Índia
Ciclo de Vida: Perene
Perfeita para as calçadas, o resedá é uma arvoreta que não possui raízes agressivas, além de ter um belo florescimento. Suas folhas são elípticas, com bordas onduladas. O tronco é muito belo, liso, de tons claros, marmorizado. Seu porte chega a 6 metros de altura. As inflorescências, formadas ainda no inverno, contém inúmeras flores crespas de coloração rosa, branca, roxa ou vermelha, de acordo com a variedade.
Devem ser cultivadas sob sol pleno em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, regada a intervalos regulares. Apesar de bastante rústica, é interessante realizar podas de formação e de manutenção, para uma floração abundante. Resistente à poluição urbana. Multiplica-se por estacas e sementes.
02/08/10 : 19:10

Renda-portuguesa
Nome Popular: Renda-portuguesa, samambaia-pé-de-coelho
Nome Científico: Davalia fejeensis
Família: Davalliaceae
Divisão: Pteridophyta
Origem: Ilhas Fiji e Austrália
Ciclo de Vida: Perene
A renda-portuguesa é da mesma família das samambaias. Suas folhas (frondes) são muito interessantes: apresentam grande detalhamento nas suas subdivisões e recortes, tornando-a uma planta de textura muito particular e bela. As variedades mais conhecidas são a plumosa e a robusta. No inverno as folhas da renda-portuguesa tornam-se amareladas e caem, e ela deve ser protegida.
Pode ser cultivada em vasos e jardineiras com substrato rico em matéria orgânica, sempre à meia sombra, com regas freqüentes. Além disso tem a possibilidade de ser plantada na vertical. Aprecia o calor e a alta umidade. Não tolera sol direto ou frio intenso. Multiplica-se por divisão dos rizomas.
02/08/10 : 19:08

Rosa-de-sarom
Nome Popular: Rosa-de-sarom, hibisco-colunar, rosa-de-sharão, altéia-arbustiva, mimo, rosa-da-síria, hibisco-da-síria
Nome Científico: Hibiscus syriacus
Sinonímia: Hibiscus rhombifolius
Família: Malvaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Ásia
Ciclo de Vida:
A rosa-de-sarom é largamente utilizada no paisagismo, sendo plantada isolada, em conjuntos, ou em renques, de aspecto informal ou formal. Presta-se como excelente cerca-viva, sendo rústica e florífera ao mesmo tempo. Seu porte é médio, atingindo cerca de 3 metros de altura. Ela apresenta folhagem de textura média, aberta e sua copa natural tem a forma de um vaso. Com podas torna-se mais compacta e adquire outros formatos. A rosa-de-sarom também pode ser conduzida como uma arvoreta, com caule único e copa arredondada. Desta forma fica perfeita em calçadas estreitas, onde árvores maiores seriam desproporcionais. Suas flores são consideradas comestíveis e delas se pode fazer deliciosas saladas ou geléias. Das folhas também se faz um chá muito aromático. Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. A rosa-de-sarom é tolerante ao frio e à geadas leves, tornando-se caduca em regiões de inverno moderado. Também pode ser utilizada no litoral, pois tolera a salinidade do solo. Adubações mensais na primavera, verão e outono estimulam intensas florações e deixam a mais folhagem vistosa. Podas de limpeza, formação e renovação são essenciais para esta espécie e devem ser realizadas no inverno. Multiplica-se por estaquia dos ramos semi-lenhosos e por sementes.
02/08/10 : 19:05

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