Dicas de Flores
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Pitósporo-japonês
Nome Científico: Pittosporum tobira
Nomes Populares: Pitósporo-japonês, Lágrima-sabéia, Pau-de-incenso, Pitósporo
Família: Pittosporaceae
Categoria: Arbustos, Árvores, Árvores Ornamentais, Cercas Vivas
Clima: Continental, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: Ásia, China, Japão
Altura: 1.8 a 2.4 metros, 2.4 a 3.0 metros, 3.0 a 3.6 metros, 3.6 a 4.7 metros, 4.7 a 6.0 metros, 6.0 a 9.0 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
O Pitósporo-japonês é um arbusto ou arvoreta, resistente, de aroma marcante, com folhas espatuladas de coloração verde ou verde-acinzentada com bordas claras na cultivar “variegata“. Excelente para a formação de cercas vivas altas (2 metros), o pitósporo ainda produz eventualmente florzinhas brancas muito perfumadas. De crescimento lento, pode ser cultivado isolado, ou em grupos. Ocorre uma variedade anã, mais apreciado para o cultivo em vasos.

Devem ser cultivados em solo fértil, sob sol pleno e irrigados regularmente nos dois primeiros anos após o plantio. Tolerante ao frio. Multiplica-se por alporquia e estaquia
06/02/16 : 10:17

Palma-de-santa-rita
Nome Popular: palma-de-santa-rita, palma
Nome Científico: Gladiolus x hortulanus
Família: Iridaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Ásia, África e Mediterrâneo
Ciclo de Vida: Anual
A Palma – de – santa – Rita é desde muito tempo cultivado pelos povos antigos e a origem do nome, significa espada, gládios do latim. Suas flores estão disponíveis em uma grande variedade de formas, tamanhos, cores e combinações, incluindo as de cor branca, verde, creme, amarela, laranja, salmão, cor-de-rosa, vermelha, lilás e azul, entre outras. O gladíolo apresenta cormos, parecido com bulbos e tubérculos. O cormo partido ao meio apresenta uma batata compacta, sem camadas. Nos jardins formam belos maciços cobertos de grandes flores com tons variados que se destacam. É muito utilizada como flor-de-corte.
Exige solo argilo-arenoso, sem encharcamento, e gosta de pleno sol. Se reproduzem por bulbilhos, que produz à volta do cormo principal. Eles devem ser cuidadosamente destacados no outonos, reunidos em sacos plásticos e estocados em local fresco ou em geladeira, até o plantio na primavera para florescer no verão.
02/08/10 : 19:02

Palmeira-garrafa
Nome Popular: Palmeira-garrafa
Família: Arecaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Ilhas Maurício
Ciclo de Vida: Perene
Nome Científico: Hyophorbe lagenicaulis
Sinonímia: Hyophorbe revaughnii, Mascarena lagenicaulis
A palmeira-garrafa é uma espécie exótica e escultural, de crescimento lento e porte pequeno, atingindo de 3 a 6 metros de altura. Seu estipe (tronco) é único, cinzento, com cicatrizes em anel, e curiosamente dilatado na base, uma adaptação para reservar água em períodos de estiagem. Emergindo do topo, surgem 4 a 8 majestosas folhas arqueadas, que chegam a 3 metros de comprimento nos indivíduos adultos. Quando jovem, apresenta os pecíolos e bainhas avermelhados a amarronzados, o que lhe confere um atrativo interessante nesta fase. As folhas são pinadas, com folíolos eretos e lineares. A inflorescência surge da coroa, onde o caule se encontra com as bainhas foliares. Ela é do tipo espiga com numerosas flores pequenas e de cor creme. Os frutos são do tipo drupa, ovóides e passam de verdes a pretos, durante a maturação.
No paisagismo, a aparência curiosa desta palmeira pode ser aproveitada em plantios isolados, em grupos ou formando renques ao longo de caminhos. Particularmente, o plantio isolado valoriza a característica escultural da espécie, principalmente como um ponto de destaque no jardim. Pode ser utilizada sem medo adornando construções baixas, pois seu porte pequeno quando adulta não deixará o conjunto desproporcional com o tempo.
Devido ao crescimento bastante lento é interessante adquirir mudas bem desenvolvidas, embora estas sejam mais caras. Com o passar dos anos, a planta passa da forma de garrafa a um formato mais cônico. Plantadas em vasos, as palmeirinhas jovens se tornam decorativas em interiores bem iluminados, varandas ou pátios. A forma do estipe desta palmeira ficará melhor delineada com a remoção periódica dos restos das bainhas foliares remanescentes à queda das folhas.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, bem drenavel, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Planta tipicamente tropical, a palmeira-garrafa aprecia o calor e a umidade. Ela é indicada para o paisagismo em regiões litorâneas, pois resiste aos ventos e à salinidade. Capaz de tolerar geadas leves, porém não resiste ao frio intenso. Fertilizações anuais na primavera e suplementações com micronutrientes estimulam o crescimento e uma folhagem viçosa. Multiplica-se por sementes que demoram de 4 a 6 meses para germinar.
02/08/10 : 18:57

Prateadinha
Nome Popular: Prateadinha, folhagem-espinha-de-peixe, carijó
Família: Acanthaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Nome Científico: Chamaeranthemum venosum
A prateadinha é uma herbácea perene, de folhagem muito ornamental e aspecto compacto. Suas folhas são simples e pequenas, de formato elíptico-ovalado. Sua beleza está no grande contraste entre a cor de fundo das folhas, que é verde-escuro, e as nervuras que são prateadas. As flores podem ser brancas ou arroxeadas, são pequenas, discretas, delicadas e surgem em inflorescências eretas. A floração ocorre no verão e tem pouca importância ornamental, Podemos plantar a prateadinha em vasos e jardineiras, em grupos ou em composições com outras plantas. Pode ser utilizada em canteiros ou como forração à meia-sombra, em substrato mantido úmido. Sua textura delicada e coloração particular, resultam em um belo efeito paisagístico, valorizando os projetos. É muito rústica também, exigindo pouca manutenção. Devido à sua facilidade de propagação pode ser considerada invasora em algumas situações. Deve ser cultivada sob meia-sombra, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Aprecia o clima ameno e não tolera geadas. A folhagem frágil não tolera o pisoteio. Multiplica-se facilmente por sementes e divisão das mudas que se formam próximas a planta mãe.
02/08/10 : 18:55

Palmeira Areca
Nome Popular: Palmeira-areca, areca, areca-bambú
Sinonímia: Chrysalidocarpus lutescens, Areca lutescens, Chrysalidocarpus glaucescens, Chrysalidocarpus baronii, Hyophorbe indica
Família: Arecaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Madagascar
Ciclo de Vida: Perene
A palmeira-areca é umas das palmeiras mais populares do mundo, tanto no jardim quanto na decoração de interiores. De estipes múltiplos, chega a ser muito entouceirada. Os estipes são elegantes, anelados, com bainhas de coloração verde-esbranquiçada a amarelada. As folhas são grandes, verdes, recurvadas, compostas por 20 a 50 pares de folíolos, com pecíolos e ráquis amarelados. As inflorescências são ramificadas, com numerosas e pequenas flores de cor branco-creme, perfumadas. Os frutos são verde-amarelados e tornam-se arroxeados quando maduros, Em comparação com outras palmeiras, a areca-bambú apresenta rápido crescimento. Ela pode ser conduzida de duas formas: com porte arbustivo (com muitos caules - atinge até 3 metros) ou arbóreo (com poucos caules - atinge até 9 metros). O porte arbustivo é natural, isto é, não é necessário nenhum tipo de manejo para que a planta fique entouceirada. Já o porte arbóreo, é conseguido através da poda dos estipes excedentes pela base. Esta poda deve ser realizada continuamente, sempre que surgirem novas brotações, para que os estipes selecionados ganhem vigor e se sobressaiam., Esta palmeira ainda é mais versátil do que se imagina, podendo ser amplamente utilizada no paisagismo tropical, seja isolada, em cercas vivas, grupos ou até mesmo envasada, em pátios e ambientes internos. Apesar de tolerar o sol pleno e crescer muito nestas condições, ela fica com as folhas amareladas, com as pontas queimadas. Suas folhas ficam mais vistosas e bonitas sob meia sombra ou luz difusa. Plantas envasadas que permanecem muitos meses em interiores devem receber um período de descanso em ambientes externos à meia-sombra para retomarem o vigor.
Deve ser cultivada sob pleno sol, meia-sombra ou sob luz difusa em solo fértil, leve, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Tolerante a transplantes e ao frio leve. Aprecia umidade do ar elevada, e por este motivo não deve ser utilizada em ambientes com ar-condicionado. As adubações mensais restringem-se à primavera, verão e outono. Multiplica-se por sementes que germinam em 2 a 6 meses e por divisão das touceiras enraizadas.
02/08/10 : 18:44

Pingo De Ouro
Nome Popular: Pingo-de-ouro, duranta, violeteira-dourada, violeteira
Nome Científico: Duranta repens aurea
Família: Verbenaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Este arbusto de folhas douradas surgiu através de uma mutação da violeteira. Sua popularização foi um verdadeiro fenômeno no paisagismo brasileiro. O pingo-de-ouro, ao contrário de outros arbustos tradicionais, tem um crescimento muito rápido, o que aliado à sua coloração exuberante foram os grandes responsáveis pela sua larga utilização. É uma planta excelente para topiaria, principalmente para os iniciantes. Além disso presta-se como bordadura, cerca viva, renque e até mesmo para a formação de bonsai.
Não é indicada para jardins de baixa manutenção, pois exige podas mais frequentes que outros arbustos. Quando não podado produz pequenas flores arroxeadas, róseas ou brancas e frutos esféricos, pequenos e amarelos, além disso suas folhas perdem um pouco a tonalidade dourada.
Devem ser cultivadas à pleno sol, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Não é tolerante à seca. Tolera o frio e as geadas. Multiplica-se por estaquia e mais raramente por sementes, já que estas podem originar pingos-de-ouro e violeteiras. Requer podas de formação e manutenção freqüentes, utilize sempre luvas para manipular esta planta, pois os ramos podem ser espinhentos.
02/08/10 : 18:42

Palmeira-rápis, Palmeira-ráfia, Ráfis, Rápis, Palm
Nome Científico: Rhapis excelsa
Sinonímia: Chamaerops excelsa, Rhapis flabelliformis, Trachycarpus excelsus
Nome Popular: Palmeira-rápis, palmeira-ráfia, ráfis, rápis, palmeira-dama, jupati
Família: Arecaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: China
Ciclo de Vida: Perene
A palmeira-rápis é uma elegante palmeira, ereta e entouceirada, muito utilizada na decoração de interiores. Os japoneses foram os primeiros a utilizá-la como ornamental, coletando espécimes na China, para adornar o Palácio Imperial.
Ela apresenta múltiplos estipes (caules), semelhantes ao bambú e revestidos com uma fibra rústica e marrom. As folhas são palmadas, plissadas, de coloração verde-escura e muito brilhantes. Planta dióica, com inflorescências ramificadas, compostas de pequenas flores amarelas que originam frutos ovóides e brancos, de pouca importância ornamental. Ocorrem formas miniaturas e de folhas mais largas ou variegadas também, muito caras e raras em cultivo.
De crescimento lento, a palmeira-rápis pode alcançar até 4 metros de altura. Sua utilização paisagística é bastante ampla, podendo ser plantada isolada ou em grupos, inclusive compondo graciosas cercas vivas de desenho informal. Encaixa-se com perfeição em jardins de inspiração oriental ou tropical. É também muito popular na decoração de escritórios, lojas, eventos, shoppings centers e salas de estar. Quando plantada sob sol pleno, apresenta uma coloração verde mais clara nas folhas, que amarelam mais rapidamente.
Deve ser cultivada sob sol pleno, meia-sombra, sombra ou luz difusa, em solo fértil e bem drenável, irrigado regularmente. A palmeira-rápis aprecia a umidade, mas não tolera o encharcamento. Regas regulares em substratos muito bem drenados são ideais para o seu cultivo em climas quentes. Leves adubações anuais são o suficiente para plantas cultivadas em ambientes internos. Não tolera geadas, ambientes muito secos ou com ar condicionado por tempo prolongado. Aprecia o clima ameno. Multiplica-se por sementes e divisão das touceiras.
02/08/10 : 18:40

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