Dicas de Flores
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Manacá-de-cheiro
Nome Popular: Manacá-de-cheiro, geretataca, caágamba, mercúrio, romeu-e-julieta, gerataca, mercuri
Família: Solanaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Nome Científico: Brunfelsia uniflora
Sinonímia: Brunfelsia pauciflora, Brunfelsia hopeana, Franciscea uniflora, Franciscea hopeana
O manacá-de-cheiro, como o próprio nome diz, é extremamente perfumado, além disso suas flores mudam de cor assim como o manacá-da-serra. Inicialmente elas são azul-arroxeadas e com o passar do tempo, vão clareando até tornarem-se brancas. Com isto, durante a floração, o manacá-de-cheiro apresenta um colorido muito especial. O manacá-de-cheiro é muito parecido com o jasmim-do-paraguai (Brunfelsia australis). A floração ocorre na primavera e verão. É considerado um arbusto, mas com facilidade torna-se uma arvoreta, se eliminarmos as brotações que surgem das raízes, podendo atingir 3 metros de altura. Suas folhas são ovais e lisas. Sua utilização no paisagismo é muito ampla, podendo ser cultivada isolada ou em grupos, tendo-se o cuidado de não plantá-la próxima à dormitórios de crianças e pessoas mais sensíveis, devido ao forte perfume. Devem ser cultivadas a pleno sol, em solo fértil enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Tolera sombra parcial, aceita bem podas de formação e aprecia o frio. Multiplica-se por estaquia e por sementes.
02/08/10 : 18:27

Margarida-do-cabo
Nome Popular: Margarida-do-cabo, margarida-africana
Nome Científico: Osteospermum ecklonis
Sinonímia: Dimorphoteca ecklonis
Família: Asteraceae
Divisão: Angiospermae
Origem: África do Sul
Ciclo de Vida: Perene
Pode ser plantada isolada, em bordaduras ou em maciços; assim como em vasos. Deve ser cultivada a pleno sol, embora tolere uma sombra parcial durante o dia. O solo deve ser bastante fértil para uma floração abundante, enriquecido com matéria orgânica e regas regulares.
Elas são tolerantes às geadas e secas e suscetíveis ao encharcamento por longos períodos.
02/08/10 : 18:25

Mulungu
Nome Popular: Mulungu, corticeira-do-banhado, suinã, sananduva, corticeira, crista-de-galo, samauveiro, seibo, flor-de-coral
Nome Científico: Erythrina crista-galli
Sinonímia: Corallodendron crista-galli, Erythrina crista-galli var hasskarlii, Erythrina crista-galli var leucochlora, Micropteryx crista-galli
Família: Fabaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: América do Sul
Ciclo de Vida: Perene
O mulungu é uma árvore largamente utilizada no paisagismo urbano. Suas folhas são compostas, trifolioladas com folíolos glabros, de coloração verde levemente acinzentado. As flores são vermelhas na superfície e rosadas na face inferior. É considerada uma florífera decídua, isto é, perde as folhas durante a floração. Os frutos são do tipo legume (vagem).
Não é uma árvore muito alta atingindo de 6 a 10 metros de altura. Com espessura de cerca de 50 cm, seu tronco é tortuoso e bonito, além de útil: sua madeira tem muitas utilizações. A floração ocorre de setembro a dezembro. É a árvore símbolo da Argentina.
Devem ser cultivadas a pleno sol, em solo fértil, apreciando os lugares úmidos, como próximos a córregos e lagos, o que deu origem ao nome popular corticeira-do-banhado. Tolerante ao frio. Multiplica-se por estacas, mas principalmente sementes.
02/08/10 : 18:23

Margaridinha-escura
Nome Popular: Margaridinha-escura
Nome Científico: Bidens tinctoria
Sinonímia: Calliopsis tinctoria, Coreopsis bicolor, Coreopsis tinctoria
Família: Asteraceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Estados Unidos
Ciclo de Vida: Bienal
A margaridinha-escura é uma planta excelente para conferir um ar campestre ao jardim. Suas folhas são subdivididas e afiladas e as flores são pequenas, amarelas, com uma mancha de cor marrom avermelhada central que pode variar muito de tamanho, chegando às vezes a cobrir toda a flor. Pode ser plantada na forma de extensos maciços, ou misturada com outras espécies de mesmo porte e características para um efeito bem colorido. Seu plantio em vasos e jardineiras grandes, também é recomendado.
Devem ser cultivadas em solo fértil, previamente preparado com adubos químicos ou orgânicos, sempre a pleno sol. Tolerante ao frio. Requer reformas anuais dos canteiros. Multiplica-se por sementes plantadas no outono, para florescer no verão.
02/08/10 : 18:17

Mandevila
Nome Popular: mandevila, jalapa-do-campo, jasmim-brasileiro, Dipladênia
Nome Científico: Mandevilla splendens
Sinonímia: Dipladenia splendens, Mandevilla sanderi, Mandevilla boliviensis, Dipladenia sanderi
Família: Apocynaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
A dipladênia é uma trepadeira semilenhosa e volúvel, conhecida internacionalmente por sua belíssima floração. Ela apresenta folhas perenes, coriáceas, elípticas a lanceoladas, com nervuras bem marcadas e de coloração verde-escura. Sua floração é mais intensa na primavera e verão, mas pode se estender por todo ano em regiões de clima quente.
Nas inflorescências, em pequenos rácemos, despontam as belas e chamativas flores em forma de trombeta, enormes em algumas variedades, chegando a 10 centímetros de diâmetro. As flores da dipladênia geralmente são simples e de coloração rósea com o centro amarelo, mas podem ser dobradas e totalmente rosas, vermelhas ou brancas.
O sucesso da dipladênia no paisagismo é indiscutível. Ela é muito rústica e precoce, florescendo desde jovem. Devido à característica de não adensar muito sua folhagem, é adequada para cobrir suportes leves ou estruturados como caramanchões, grades, treliças, arcos, cercas e colunas, entre outros. Seu porte é médio, podendo alcançar cerca de 2 a 3 metros de altura. Também pode ser cultivada em vasos grandes e jardineiras, desde que lhe seja oferecido suporte. Seu perfume é bastante peculiar e lembra o aroma de chiclete tutti-frutti. A seiva leitosa da dipladênia é tóxica e pode provocar queimaduras na pele e mucosas.Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado moderadamente. Não tolera encharcamento, frio intenso ou geadas. Pode ser cultivada no litoral, tolerando a salinidade do solo. Fertilizações mensais, ricas em fósforo, nos meses quentes estimula intensas florações. É tolerante a podas, devem ser efetuadas preferencialmente no inverno. Multiplica-se por sementes e por estaquia dos ramos semi-lenhosos.
02/08/10 : 18:15

Mussaenda-branca
Nome Popular: Mussaenda-branca
Nome Científico: Mussaenda philippica
Família: Rubiaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Filipinas e Nova Guiné
Ciclo de Vida: Perene
A mussaenda-branca é um arbusto de textura semi-lenhosa, muito ornamental. Suas folhas são ovaladas e apresentam coloração verde-escura, com nervuras claras e bem marcadas. As inflorescências são terminais, com flores pequenas e amarelas, em forma de estrela, com uma sépala grande e branca, sendo que na variedade "Aurorae", as outras sépalas também são brancas, como na foto acima. A floração ocorre na primavera e verão.
A mussaenda-branca, assim como as outras mussaendas pode ser conduzida como arbusto isolado, cerca-viva, renques junto a muros e facilmente toma o porte de arvoreta, chegando a 2,5 metros de altura. Adubações periódicas garantem uma intensa floração. Pode ser plantada em vasos também.
Devem ser cultivadas sob pleno sol, em solo fértil, e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Sendo uma planta tipicamente tropical, não tolera o frio ou às geadas. Multiplica-se por estaquia e alporquia.
02/08/10 : 18:14

Mussaenda-rosa
Nome Popular: Mussaenda-rosa, mussaenda-rosa-arbustiva, mussaenda-arbustiva
Nome Científico: Mussaenda alicia
Sinonímia: Mussaenda erythrophylla rosea
Família: Rubiaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: África e Ásia
Ciclo de Vida: Perene
Arbusto vigoroso do tipo semi-lenhoso e de aparência compacta. Pouco tolerante ao frio, é uma planta indicada para regiões tropicais. Produz muitas inflorescências, com flores pequenas, discretas e amarelas e sépalas grandes de cor rósea e salmão. Pode ser cultivada em vasos, isolada ou em grupos no jardim. Seu porte pode atingir 2 a 3 metros.
A mussaenda-rosa aprecia solos ricos em matéria orgânica e irrigados regularmente. Deve ser cultivada a pleno sol. Multiplica-se por estacas postas a enraizar em locais potegidos. Não é resistente ao frio.
02/08/10 : 18:08

Murta-de-cheiro
Nome Popular: Murta-de-cheiro, murta, murta-da-índia, murta-dos-jardins, jasmim-laranja, dama-da-noite
Nome Científico: Murraya paniculata
Sinonímia: Chalcas paniculata, Murraya exotica, Chalcas exotica
Família: Rutaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Índia e Malásia, Sul e Sudeste da Ásia
Ciclo de Vida: Perene
A murta-de-cheiro é um arbusto grande ou arvoreta, que pode alcançar até 7 metros de altura. Muito utilizada para a formação de cercas-vivas, a murta-de-cheiro apresenta ramagem lenhosa e bastante ramificada. Suas folhas são pinadas, com 3 a 7 folíolos pequenos, elípticos, glabros, perenes, brilhantes e de coloração verde-escura. Durante todo o ano produz inflorescências terminais, com flores de coloração branca ou branca-creme, com perfume que lembra jasmim e flor-de-laranjeira. Os frutos são do tipo baga, oblongos, carnosos, pequenos, de coloração vermelha a alaranjada e são muito atrativos para os pássaros.
Na antiguidade, os ramos floridos de murta-de-cheiro eram usados para confeccionar arranjos que adornavam os cabelos das noivas. Adequada para cercas vivas formais ou informais, ela apresenta rápido crescimento quando jovem, que vai decrescendo com a idade, reduzindo sua manutenção. Para a formação de cercas vivas, plante as mudas distanciadas em um metro umas das outras. Também é adequada para a arte do bonsai, devido às folhas pequenas e floração decorativa. A murta-de-cheiro é sensível a cochonilhas, pulgões, nematódios, mosca-branca e clorose férrica. Além disso é hospedeira do psilídeo Diaphorina citri, transmissor do Greening dos Citros (doença causada pela bactéria Candidatus Liberibacter americanus). Esta doença causa sérios prejuízos econômicos à citricultura, motivo que levou algumas cidades a realizarem programas de erradicação da murta-de-cheiro do paisagismo urbano e rural. Devido a facilidade de propagação pode tornar-se invasiva.Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente; principalmente no primeiro ano após o plantio. Podas de formação e desfolhamento na primavera estimulam a renovação da folhagem e adensamento da planta. Aprecia o clima tropical, subtropical e mediterrâneo, tolerando o frio moderado, sem no entanto tolerar geadas fortes. Adubações semestrais e suplementação com quelatos de ferro ajudam a prevenir a clorose férrica e fortificam a planta. Multiplica-se por sementes e por estaquia dos ramos semi-lenhosos.
02/08/10 : 18:02

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