Dicas de Flores
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Liriopes
Nome Científico: Liriope spicata
Nomes Populares: Liríope,
Família: Asparagaceae
Categoria: Folhagens, Forrações à Meia Sombra, Forrações ao Sol Pleno, Gramados e Forrações
Clima: Continental, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: Ásia, China, Vietnã
Altura: 0.1 a 0.3 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
A Liríope é uma planta herbácea, perene, rizomatosa e florífera, com aspecto de grama e popularmente utilizada como forração. Sua folhagem surge em tufos compostos por folhas estreitas, arqueadas, brilhantes e de cor verde escura. No final do verão e outono, produz inflorescências do tipo espiga, eretas, com pequenas flores de cor lilás. Os frutos que se seguem são do tipo baga, negros, com uma única semente cada e persistem durante o inverno. Ocorre também uma variedade variegada de branco, muito comum em cultivo.

No jardim, principalmente a forma variegada da espécie, é ideal para ser aproveitada como forração, com um belo contraste de cores e texturas. Também pode ser usada como bordadura, mas desde que se tenha uma forte maneira de contê-la em seu caminho, ou não se tenha a preocupação com o desenho estritamente formal, pois tende a se espalhar de forma agressiva. É especialmente indicada para forrar áreas semi-sombreadas, sob a copa das árvores, onde o gramado não prospera. Por seus rizomas fortes e fechamento denso é uma excelente escolha para controlar a erosão em taludes e encostas íngremes. Não é indicada para áreas de pisoteio.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, de textura média, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Após bem estabelecida, é capaz de tolerar por períodos de estiagem. Apesar de ser originária de clima temperado, a liríope tolera o calor e umidade tropicais. Em invernos rigorosos, sua folhagem pode se queimar, tornando-se amarronzada. Neste caso, esta parte avariada pode ser podada, estimulando a renovação da folhagem na primavera. Multiplica-se facilmente por sementes e por divisão das touceiras, permanecendo cada muda com a estrutura completa da planta, com folhas, raízes e rizoma. O melhor período para a divisão da planta é o inverno ou o período seco, enquanto ela está em dormência.
06/02/16 : 10:06

Leiteiro-vermelho
Nome Popular: Leiteiro-vermelho, caracasana, barrabás, aiapana, açacuí, figueirinha-roxa, maleiteira
Família: Euphorbiaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: América Central e América do Sul
Ciclo de Vida: Perene
Nome Científico: Euphorbia cotinifolia
Sinonímia: Alectoroctonum cotinifolium, Alectoroctonum cotinoides, Euphorbia cotinoides, Euphorbia haematodes, Euphorbia sanguinea, Tithymalus cotinifolia
O leiteiro-vermelho é um arbusto grande ou arvoreta, de copa globosa e folhagem vermelha, muito ornamental. Seu caule é ramificado e sua seiva é lactescente. As folhas apresentam forma elíptica e são de um vermelho intenso, muito vistoso e diferente. Quando injuriada por estiagem ou geadas, o leiteiro-vermelho se desfaz de suas folhas, tornando-se decíduo. A floração ocorre na primavera e as flores são bem pequenas, de coloração branco-creme e importância ornamental secundária.
Esta arvoreta de colorido exuberante é ótima para cultivo isolado, em pequenos espaços, como calçadas, pois apresenta pequeno porte, dificilmente ultrapassando 5 metros de altura. Ela também pode ser conduzida como arbusto e até mesmo em cercas-vivas, com boas podas de formação que deixem a planta mais baixa e compacta. Apesar de tolerar a meia-sombra, suas folhas perdem seu vermelho vibrante e tornam-se esverdeadas e esmaecidas nesta condição.
O leiteiro-vermelho é considerado planta tóxica, assim como muitas outras plantas do gênero Euphorbia. O contato da pele com sua seiva leitosa pode provocar alergias, irritações e queimaduras. Da mesma forma, a planta é bastante perigosa quando ingerida, provocando salivação, vômitos, náuseas e irritações gastrointestinais. Por este motivo, deve se evitar seu plantio em áreas freqüentadas por crianças e animais domésticos.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares, principalmente no primeiro ano de plantio. Planta tipicamente tropical, o leiteiro-vermelho é capaz de tolerar o frio e a seca, mas se ressente, perdendo folhas e até a ramagem mais jovem e fina. Multiplica-se por sementes e estaquia de ponteiros e ramos semi-lenhosos.
02/08/10 : 17:49

Lírio-do-brejo
Nome Popular: Lírio-do-brejo, convalária, lírio-convale, lírio-de-maio, lírio-do-vale
Família: Ruscaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Europa e Ásia
Ciclo de Vida: Perene
Nome Científico: Convallaria majalis
Sinonímia: Convallaria keiskei
O lírio-do-brejo é uma planta herbácea, rizomatosa e de pequeno porte, alcançado cerca de 25 cm de altura. O rizoma é horizontal, espesso e responsável pelo espalhamento da planta. As folhas crescem aos pares, elas são muito largas, lisas, brilhantes e apresentam forma oval. Sua disposição ereta e sua leve concavidade facilitam o rápido escoamento da água até as raízes da planta. As florzinhas brancas, delicadas e perfumadas despontam pendentes em inflorescências eretas. Estas flores são cerosas, em forma de sino e formam-se na primavera. Ricas em néctar, elas são muito atrativas para as abelhas. Os frutos que se seguem à polinização são bagas pequenas e vermelhas, com sementes duras.
O lírio-do-brejo é apropriado para canteiros e bordaduras em locais sombreados, da mesma forma que torna-se uma excelente forração onde a grama não vegeta por conta da umidade e da sombra. É uma planta muito rústica e exige pouquíssima manutenção depois de bem estabelecida. Pode ser plantada em vasos, jardineiras ou como flor-de-corte, para a confecção de buquês. Ocorrem ainda variedades como: `Rosear` (de flores rosadas), `Aureo-variegatum` (de folhas verde-amarelas), `Prolificans` (de flores dobradas) e `Fortunei` (de porte maior). Esta planta pode se tornar invasiva em algumas situações.
Das flores do lírio-do-brejo extraem-se essências utilizadas na indústria da perfumaria. Já a indústria farmacêutica aproveita a planta inteira na fabricação de medicamentos indicados para doenças cardiovasculares. A planta, seu chá ou extratos não devem ser consumidos sem acompanhamento médico pois trata-se de uma espécie muito tóxica que pode levar a morte.
Deve ser cultivada sob meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não aprecia adubações químicas. A poda das folhas no final do inverno estimula a renovação da folhagem. Tolerante a pequenos períodos de estiagem. Aprecia o clima ameno. Multiplica-se por sementes, divisão da planta ou dos rizomas enraizados
02/08/10 : 17:13

Lírio-siberiano
Nome Popular: Lírio-siberiano ,Flor-de-lis-da-sibéria, Íris-da-sibéria
Família: Iridaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Sibéria
Ciclo de Vida: Perene
Nome Científico: Iris sibirica
Sinonímia: Xiphion sibiricum, Iris maritima
A flor-de-lis-da-sibéria é uma bela florífera, que forma touceiras grandes e de textura delicada. Suas folhas são delgadas, lineares como as de um capim e com coloração verde intensa. Ela forma touceiras volumosas, densas, com cerca de 50 a 120 cm de altura e apresenta rizoma fino e raízes fibrosas. As flores surgem no verão, sustentadas por hastes eretas e cilíndricas, elevadas acima da folhagem. Estas flores são originalmente azuis, grandes e vistosas, mas atualmente há uma grande variedade de cultivares e híbridos, com flores de outras cores. Ocorrem também variedades de folhas variegadas de amarelo.
A flor-de-lis-da-sibéria é uma planta bastante versátil, encaixando-se em diferentes perfis e estilos de jardins, desde os mais sóbrios, até os mais despojados. Pode ser utilizada em maciços e bordaduras, assim como, em grupos irregulares e conjuntos. É bem apropriada para locais úmidos, adornando laguinhos e áreas mais baixas do terreno. Também pode ser plantada em vasos.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, rico em matéria orgânica e mantido úmido. Por tolerar umidade excessiva no solo, a íris-da-sibéria adapta-se bem a ambientes palustres e pantanosos, como no entorno de lagos e em áreas de várzea. Esta planta é de clima temperado, não tolera o calor intenso, e deve ser conduzida em locais frescos, como em regiões serranas e no sul do país. Multiplica-se facilmente por divisão das touceiras e rizomas.
02/08/10 : 17:11

Lírio-da-paz
Nome Popular: Lírio-da-paz, bandeira-branca, espatifilo
Família: Araceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Venezuela e Colômbia
Ciclo de Vida: Perene
Nome Científico: Spathiphyllum wallisi
Branca como a neve, a flor deste lírio é muito especial, pois simboliza a paz. Com o tempo e em ambientes mal iluminados ela pode se tornar esverdeada. Sua folhagem verde escura e brilhante é muito bonita. O lírio-da-paz é de crescimento rápido no verão, e tem um belo volume. Pode ser plantada em vasos decorando interiores ou em maciços e bordaduras protegidas por muros, árvores ou outras coberturas.

Deve ser cultivada sempre à meia sombra, em substrato rico em matéria orgânica, com boa drenagem. Adubações anuais e regas frequentes garantem o visual do lírio-da-paz. Não tolera o frio. Multiplica-se por divisão das touceiras.
02/08/10 : 17:08

Lantana Camara
Nome Científico: Lantana camara
Sinonímia: Lantana aculeata, Lantana mista, Lantana armata
Nome Popular: Cambará, cambarazinho, lantana-cambará, verbena-arbustiva, cambará-miúdo, cambará-de-cheiro, cambará-verdadeiro
Família: Verbenaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: América Central e América do Sul
Ciclo de Vida: Perene
Arbusto florífero de efeito muito ornamental, o cambará é excelente para a formação de maciços e bordaduras. Suas folhas são muito pilosas e os seus ramos flexíveis podem ser eretos ou semipendentes. As inflorescências são compostas numerosas flores, formando mini-buquês das mais variadas cores, como laranja, rosa, vermelho, amarelo e branco; sendo comum observar, na mesma inflorescência, flores com colorações diferentes.Deve ser cultivado a pleno sol, em solo fértil enriquecido com composto orgânico, com regas periódicas. Tem grande potencial invasivo, tornando-se daninha em determinadas situações. Também é considerada planta tóxica e sua utilização terapêutica deve ter acompanhamento médico. Tolerante ao frio e às podas. Multiplica-se por estacas e sementes.
02/08/10 : 16:51

Lírio-roxo-das-pedras
Nome Popular: lírio-roxo-das-pedras, pseudo-íris-azul,
Nome Científico: Neomarica caerulea
Sinonímia: Marica caerulea, Cypella caerulea, Galathea speciosa, Trimezia caerulea
Falso-íris ,lírio-roxo-das-pedreiras
Família: Iridaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
O falso-íris apresenta folhagem muito ornamental, disposta em leque. As flores azuis são grandes e bonitas, porém são pouco duráveis. É uma planta apropriada para canteiros de baixa manutenção, exigindo poucas adubações periódicas. Pode ser cultivada em conjuntos com outras plantas, assim como em maciços ou como bordadura. A floração pode se extender durante o ano todo, mas é mais abundante na primavera e no verão.
02/08/10 : 16:48

Lupino
Nome Popular: Lupino, tremoço-ornamental, tremoço-de-jardim, tremoceiro-de-jardim
Nome Científico: Lupinus hybridus
Família: Fabaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: América do Norte
Ciclo de Vida: Perene
O lupino é uma planta herbácea, florífera, resultante provavelmente do cruzamento entre as espécies Lupinus polyphylus com L. arboreus. Suas folhas são alternas, sésseis, pecioladas, compostas palmadas, com cerca de 9 a 15 folíolos. A página superior da folha é glabra e a inferior é tomentosa. As inflorescências são longas, cônicas, terminais e eretas, do tipo rácemo. As flores apresentam corola papilionácea, podendo ser azuis, róseas, roxas, brancas, amarelas, vermelhas ou bicolores. Os frutos são pequenas vagens e contêm de 6 a 9 sementes, chamadas tremoços.
Com porte médio, cerca de 1,0 a 1,5 metros de altura, o lupino é uma planta interessante para a composição em renques, maciços ou participando como "plano de fundo" em canteiros com plantas menores à frente. Combina com diversos tipos de jardins, dos formais aos mais displicentes. Também pode ser plantado em vasos e jardineiras. A floração ocorre na primavera e verão. As inflorescências são utilizadas como flor-de-corte. Cuidado: o lupino é considerado planta tóxica e invasiva.
Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera estiagem. Aprecia o clima ameno e adubações bimestrais. Podas de beliscamento realizados após o florescimento estimulam uma nova floração. Muitas variedades novas se comportam como anuais e necessitam replantio anual. Multiplica-se por sementes.
02/08/10 : 16:37

Lobélia-azul
Nome Popular: Lobélia-azul, lobélia
Nome Científico: Lobelia erinus
Sinonímia: Lobelia lavendulacea, Lobelia nuda, Lobelia rosulata, Lobelia transvaalensis, Lobelia wildii
Família: Campanulaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Malawi, Namíbia e África do Sul
Ciclo de Vida: Perene
A lobélia-azul é uma planta herbácea prostrada ou rasteira e muito florífera. Ela é muito ramificada, apresentando formato arredondado e porte baixo, de cerca de 20 cm de altura. As folhas são alternas, glabras, sendo que as basais são obovadas e de margens dentadas e; as superiores são mais afiladas e por vezes não apresentam as margens dentadas. A folhagem geralmente é verde, mas pode ser bronzeada. As pequenas flores tubulares, que surgem em profusão na primavera e verão, têm aspecto assimétrico e peculiar. Sendo que as duas pétalas superiores são eretas e pequenas, e as três pétalas inferiores são grandes e unidas formam a "pista de pouso" dos polinizadores.As cores variam do branco ao azul escuro, com o centro amarelo ou branco. O fruto é uma pequena cápsula, com cerca de 5 - 8mm, e contém numerosas sementes. Atualmente muitas variedades estão disponíveis, entre estas podemos citar: `Alba` (de flores brancas), `Florepleno` (de flores dobradas), `Grandiflora` (de flores grandes), `Speciosa` (pendente), `Blue Moon` (de flores azuis), `Crystal Palace` (folhagem bronzeada), `Rosamunde` (flores vermelhas), entre outras com variações nas flores ou na folhagem.A lobélia-azul é de uma beleza exuberante, podendo ser utilizada amplamente no paisagismo, com efeito calmante provocado pelas flores azuis. É adequada para a formação de bordaduras ou densos maciços, assim como em grupos com outras forrações e floríferas de pequenos porte, em composições criativas. As variações pendentes são muito apropriadas para cestas, vasos suspensos ou muros, onde sua linda floração ficará mais destacada. Cuidado, esta planta é tóxica.Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em substrato fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Após a floração deve-se remover as flores com poda para que floresça novamente. Aprecia o clima ameno e adapta-se a diversas regiões, comportando-se como anual em climas temperados a subtropicais e bienal em climas tropicais a equatoriais. Multiplica-se por sementes que germinam rapidamente. A floração inicia-se cerca de quatro meses após o plantio.
02/08/10 : 16:34

Ligustro-arbustivo
Nome Popular: Ligustro-arbustivo, ligustro, ligustrinho, alfeneiro-da-china, ligustro-chinês
Nome Científico: Ligustrum sinense
Sinonímia: Ligustrum fortunei, Lugustrum villosum
Família: Oleaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: China e Coréia
Ciclo de Vida: Perene
Arbusto bastante ramificado, compacto e rústico, de folhas pequenas. Ocorrem diversas variedades, de ramos mais ou menos eretos, e folhas azuladas, sendo que a mais comum em nossos jardins é a forma variegada. As flores brancas tem pouca importância ornamental. Sua utilização é ampla prestando-se muito bem para topiaria e cercas vivas, criando excelente contraste com outras plantas verdes.
Devem ser cultivados em solo fértil sempre a pleno sol, isolados ou em grupos e composições. Tolerante ao frio e às geadas. Multiplica-se por sementes e estaquia.
02/08/10 : 16:25

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